A Manicure Semi-Permanentes, Um Perigo Pra Saúde

A manicure semi-permanentes é um dos maiores invenções dos últimos anos para muitas mulheres. Agora se conhece há longo tempo que o abuso nesse tipo de esmaltes do tipo gel não adoro de nada pra dermatologistas, que dizem que pode ser muito bravo para as unhas.

No entanto se você utiliza este tratamento, de vez enquando, não tem um traço extremo. Um comunicado da Academia Americana de Dermatologia advertiu que o emprego desses esmaltes semi-permanentes pode vir a ser “penoso” para as unhas. Os efeitos que provoca o seu uso constante são as unhas perdem grosos e isto as torna mais finas e sensíveis, o que os torna mais frágeis e, deste modo, há superior risco de quebrar. Outro estilo que prejudica conduzir esmalte durante longo tempo é que poderá esconder doenças das unhas. O que não é totalmente claro é se o dano faz o esmalte do tipo gel ou a acetona, objeto com o qual se retira este tipo de maquiagem pras unhas.

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De caráter eminentemente religioso, quase toda a arte românica foi direcionado para a exaltação e divulgação do cristianismo. Surgido em meados do século XI, desenvolveu-se fundamentalmente durante o século XII, no término do qual começou a conviver com o incipiente gótico. No românico, culminaram os muitos estilos produzidos pelo pré-românicas, uma vez que se denota a ação oriental da arte bizantina.

A arquitetura destacou-se pelo uso de paredes de pedra de cantaria, arcos de médio ponto e abóbadas de canhão, apoiadas em pilares por arcos correspondentes com os contrafortes exteriores; também são frequentes as cúpulas, sobre isso trompas ou vieiras. As igrejas são de uma ou 3 naves, com cruzeiro e charola.

Se iniciou a construção de grandes catedrais, que continuará ao longo do gótico. A escultura, se construiu principalmente no âmbito arquitetônico, de caráter religioso, com figuras esquematizadas, sem realismo, de signo simbólico, com um marcado carácter didáctico, devido ao analfabetismo da época. Os principais ciclos escultóricos ocorrem nos tímpanos dos portais de acesso às igrejas e catedrais, como em Santa Magdalena de Vézelay, São Lázaro de Autun, Santa Fé de Conques e o Pórtico Real de Chartres. A pintura era preferencialmente mural, de sinal religioso e figuras esquemáticas, como a escultura. Teve uma forte interferência bizantina, difundida, sobretudo, na ordem beneditina.

desenvolveu-Se preferencialmente no interior das igrejas, com um programa iconográfico, onde se destacava a figura do Pantocrator, em volta do qual se localizam a Virgem e os apóstolos, deixando ao pé do Juízo Conclusão. Vemos esta disposição pela Abadia de Sant’Angelo in Formis (Cápua), São Clemente de Tahull e San Isidoro de Leão.

Bem como aconteceu pintura sobre isso tábua, ao templo, geralmente em retábulos para o altar; e a miniatura, onde se destacaram as escolas inglesa e italiana. Nesta época, a literatura seguiu preferencialmente em mãos eclesiásticas, mantendo a tradição latina, mas insuficiente a pouco foram surgindo obras em língua vernácula e começou a geração literária de domínio profano, principalmente, com o gênero trovadoresco.

As principais inovações ocorreram na França, onde os círculos artísticos cortesãos foram ganhando peso e deslocando o poder eclesiástico: destaca-se a grande epopeia da canção de Rolando, no desfecho do século XI. A poesia trobadoresca se montou essencialmente na língua provençal, exaltando o afeto cortesão (fin’amores), representada por Guilherme de Poitiers, Jaufré Rudel, Bernart de Ventadorn, Marcabrú, Arnaut Daniel, Bertran de Born, etc