As Censuras Mais Tocadas Na Arte

“A arte não é um espelho pra raciocinar o mundo, no entanto um martelo com o que batê-lo”, advertia o poeta e dramaturgo Vladimir Maiakovski no começo do século passado. Longe de aceitar a função provocadora da arte a que fez alusão o artista russo, a nação atual conta com uma longa tabela de obras que caíram nas redes de censura.

Um veto que, bem que tenha sempre existido, se tem intensificado nos últimos tempos, o que cabe questionar se a arte também está vivendo o seu típico 155 -em referência ao post da Constituição aplicado na Catalunha-. Apesar destes exemplos, o

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“eu Penso nas Jornadas Libertárias que tiveram espaço em Barcelona em 1977 e hoje, claramente, todos os que estavam no parque Güell durante estas jornadas estariam na prisão”, diz Tatay. “A censura a todo o momento houve”, diz de forma contundente o professor de estudos de Arte e Humanidades da UOC Joan Campàs. Ainda desta maneira, está convencido de que o mundo da cultura bem como está praticando uma espécie de 155 generalizado em todo a nação-em referência ao postagem da Constituição aplicado pela Catalunha-. Uma censura permitida diversas vezes pelos próprios artistas, pelo motivo de “aproximadamente a totalidade das práticas culturais, entre elas a arte, estão apoiadas”, comenta Campàs. Uma indicação que o doutor em História contemporânea acompanha de uma visão histórica.

nesse significado considera-se que é necessário discernir dois grandes momentos. O primeiro deles iria “desde o Paleolítico até meados do século XIX”. “Está documentado que, sobretudo no Renascimento e no Barroco o cliente lhe indicava o artista como devia ser a sua obra, por conseguinte, a censura -se podemos discutir de censura – a colocava o cliente”.

“. Para esta finalidade, o criador tem que se diferenciar do resto -a origem das vanguardas-, o que dará pé conhecidas rivalidades entre os artistas, e os atos de censura serão impostos pros setores mais poderosos. “A arte do século XX tentou criar, transgredir, ultrapassar os limites, perguntar até onde você podes entrar e o vemos como um valor afirmativo”, confessa o antropólogo Roger Sansí, “entretanto há também uma reação contra”.

Uma rejeição que, segundo ele, não é só a imagem, porém bem como para quem há por trás dela, da política que representa. O paradoxo é que a censura ou a destruição de uma obra lhe concede mais poder, em razão de o seu valor económico e artístico “multiplicado”, acrescenta Sansí.

Para mostra um botão. Neste ponto surge a eterna pergunta sobre como avaliar uma obra de arte. Um dos erros mais comuns é fazê-lo a partir de critérios “não artísticos”, comenta Pedro Azara, “juzgándola do tema ou tema expresso e não como ela foi produzida”. No entanto, pro historiador Joan Campàs é “um documento histórico” do que é sensacional saber “do que está falando, para as pessoas que está se referindo e como reflete o mundo em que foi pintado”. Ao mesmo tempo, alerta pra as dificuldades que envolvem as obras atuais para a hora de ser interpretadas, porque é preciso entender assim como o artista, o que ele pesquisa, com a tua obra e o conjunto de seu trabalho.