“Passar De Ser Um Homem A Uma Mulher Trans Implica Perda De Privilégios”

a Sofia Bengoetxea é uma mulher trans de 61 anos. Durante tua infância, descobriu que gostava de vestir-se de mulher, e o fazia com a roupa de tua mãe e tuas irmãs. Para elas, e pro resto de teu ambiente, era Albert.

foi até os seus 35 anos. O tabu social que envolve a alteração de gênero impõe encobrir no fórum íntimo, e empurra pra algumas pessoas com identidades dissidentes para expressá-las em silêncio. Em diálogo com A Vanguarda, relata os medos e culpas que brotaram junto com a tua indispensabilidade de olhar-se ao espelho como uma mulher.

quais são as barreiras Que o impedem de sair do segredo? Ao longo do tempo que levei em silêncio eu me apaixonei e até comecei um projeto de existência com uma garota, que demorou quinze anos em confessar. Não tinha valentia pro pânico, a vergonha de demonstrar “eu amo de vestir de mulher”. O fazia às escondidas e depois guardava a roupa suja e amarrotada. Quando eu vestia me sentia bem, porém depois me veio a responsabilidade de estar fazendo uma coisa que não cumpria com as expectativas que estavam presos em mim.

você Está falhando naquilo que se espera que precisa de ser um homem. Isso fez com que várias vezes, no calor do momento, deixar de fazê-lo, no entanto não podia segurar mais do que alguns meses. Nesse espiral estive confinado longo tempo, até que eu decidi partilhá-lo.

Como foi a sua reação? O problema de sair do armário em relação a alguém, que passa a saber “o meu enorme segredo”, é que, de repente, essa pessoa entra no guarda-roupa comigo. Ela começou a preocupar-se de que não teve conhecimento de meus pais, os vizinhos.

  • 3 A Juiz
  • você Me assinaturas
  • 20/05/2014 – 17:56h
  • The keel (Nu-Style Gabba Mix) (dezesseis PARTY♪:uma música de Toshihiro Mizuno)
  • 2017 – Tepeyac. O vídeo (México, Espanha) [Animação][87][88][89]

o que Me lembrou que eu despintara bem as unhas pra que não notasen no serviço. Fazia isto por afeto, pra me cuidar. Eu passei 10 anos mais vistiéndome sozinha em casa, mas a minha criancinha neste momento sabia. Também lhe mostraram-se perguntas do tipo “¿

< / p>“, “até onde quer vir? “, ou “você vai pretender submeter-se a uma operação de transformação de sexo? Quais eram as questões que você também se fazia a si mesma? Ainda não me atrevi a expor-me “o que você quer é ser uma mulher, é ser Sofia”, acho que estava colocando outro quadro diante de mim.