Eu Nunca Fui Atrás Dele

Olá, sou uma seguidora assídua da vossa página e tenho que discursar que é de vasto socorro. Sou casada com um homem extraordinário que me ama, me respeita e que tem procurado fazer-me a mulher mais feliz do mundo.

todavia, ao longo dos vinte anos que levamos de casamento, eu neste momento tive fases de depressões por que eu fui submetido a uma terapia. Nestas sessões foi onde eu achei que nunca me senti aceita, nem sequer amada pela minha mãe. Me dei conta de que não importava tudo de bom que fosse ser, nada era suficiente. Sempre me senti um estorvo e muito desconsiderado.

Tinha a impressão de que eu tinha que ‘ganhar’ o teu carinho. Mas para mim tudo isto não me bastava eu Aprendi que não importa o quanto você poderá amar alguém, se não se gosta de a si mesmo, pelo motivo de a aceitação, e a satisfação é de dentro para fora e não o inverso. Eu conheci um cara mais jovem do que eu, solteiro e me envolvi emocionalmente com ele.

Essa ligação não tinha nada de tudo o que tenho com o meu espantoso marido. Com este cara eu nunca me senti bem. O tempo Todo falava das garotas que estavam atrás dele, que se estava apaixonado de tal ou qual criancinha, que eu nunca ia poder gostar, que ele, comigo tinha apenas sexo.

Sempre me dizia que nós não “fazíamos carinho”, que a aventura que vivíamos não era significativa para ele, inclusive, chegou a dizer-me que ao fechar a porta se esqueceu por completo de nossos momentos íntimos. Eu me sentia fatal, contudo nunca é o eu mostrei e não fazê-lo, era mais cruel em seus comentários. Jamais levantou a voz ao narrar tudo isso (e muito mais), muito pelo inverso. Seu tom de voz era parabéns, porém as tuas expressões estavam carregadas de ferocidade e um desejo muito grande de ferir. Eu nunca fui atrás dele, nunca lhe pedi nada, nunca teve reclamações de qualquer natureza por minha quota. Ele me procurava (apesar de eu sempre me encontrava).

  • 2 Oposição branca
  • O fiz, por tudo. Vivo com o mesmo
  • A4.Vinte “Tempo fora da mente”, ou “Time out of mind”
  • três Outras brigas internacionais
  • Que haja sinceridade. Em algumas vidas se encontrou casos de adultério e repudios

Um dia, tomei a decisão de sair dessa circunstância eternamente e me coloquei nas mãos de uma terapeuta. Já passou um ano, um ano de muita briga. No começo eu estava muito mal, mesmo estava sujeita a medicação por uma espécie de dependência emocional.

todavia, eu saí de lá, não havia NADA Para MIM, nem respeito, nem muito menos afeto. Reconheço que as mulheres que não nos amamos a nós mesmas, embora encontremos um homem saudável, que nos valorizar, nos respeitar, nos aceite e não ame, NÃO ESTAMOS PREPARADOS para recebê-lo. Enquanto não nos amamos, estaremos pesquisando a agonia, supostamente, pessoas que nos despreze, que nos minha suposição, que nos proporcionem o caos que vivemos em nossa família de origem. Esse cara me procurou em algumas ocasiões —inclusive por este fim de semana veio a minha casa—, mas de imediato sei que nunca me amou, nem ao menos eu a ele.

Sou consciente de que só pretende me utilizar como um instrumento de prazer para exaltar teu ego, que precisa de meus que, o meu reconhecimento, cuidar mal pra se constatar um pouco mais seguro. Continuo trabalhando muito em me adorar e aceitar que mereço ter um marido como o que Deus colocou em mim caminho, eu luto por não voltar a me envolver em circunstâncias que me machuquem e que danifiquem os que mais amo. Grato por tudo.